Início / Estética íntima e aumento peniano / Doença de Peyronie
Uma placa endurecida na parede do pênis causa curvatura, dor e dificuldade na relação. Cada fase tem um tratamento. Avaliação com Doppler peniano em Macaé.
Quanto antes avaliar, mais opções de tratamento.
Aguda e crônica, com tratamentos diferentes
Exame com ereção induzida para medir a curvatura e a circulação
Consulta e exame no mesmo lugar, em Macaé
A curvatura que muda com o tempo é o sinal mais importante. Estes são os relatos mais comuns.
Perceber que o pênis está entortando é assustador, e a maioria dos homens demora meses para falar disso. A doença de Peyronie é a formação de uma placa de tecido fibroso, parecido com cicatriz, na túnica albugínea, a membrana que envolve os corpos cavernosos do pênis. Essa placa não estica como o tecido ao redor. Na ereção, o lado com a placa fica preso enquanto o outro se expande, e o pênis curva na direção dela. A causa mais aceita é a de pequenos traumas repetidos durante a relação, em homens com predisposição a cicatrizar de forma exagerada.
A doença tem duas fases. Na fase aguda, que costuma durar de 6 a 18 meses, a placa está em formação: há dor na ereção, a curvatura pode mudar de semana para semana e o encurtamento pode progredir. Na fase crônica, a dor desaparece, a placa se estabiliza e a curvatura para de mudar. Essa distinção define o tratamento, porque na fase aguda o objetivo é limitar a progressão, e na crônica é corrigir o que ficou. Operar na fase aguda é um erro comum, porque a curvatura ainda vai mudar.
Os sintomas vão além da curvatura. Muitos homens relatam dor, encurtamento do pênis, estreitamento em forma de ampulheta, dificuldade ou impossibilidade de penetração e disfunção erétil, que pode aparecer porque a placa atrapalha o mecanismo de rigidez ou pela ansiedade que a situação gera. A avaliação começa com o exame físico, em que o Dr. João palpa a placa e mede o pênis. Em seguida, o Doppler peniano com ereção induzida, feito no consultório em Macaé, mede o grau exato da curvatura, mostra a placa e avalia a circulação, o que é decisivo para escolher o tratamento.
As opções dependem da fase, do grau de curvatura e da qualidade da ereção. Na fase aguda, o tratamento é conservador: acompanhamento, medicação oral para a dor e para tentar limitar a placa, e dispositivos de tração, que ajudam a preservar o comprimento. Injeções na placa podem ser indicadas em casos selecionados. Na fase crônica, quando a curvatura atrapalha a relação, a cirurgia é a solução mais consistente: a plicatura encurta o lado oposto à placa para alinhar o pênis; o enxerto abre a placa e preenche o espaço, preservando comprimento; e a prótese peniana é indicada quando há disfunção erétil associada, corrigindo curvatura e rigidez em uma única cirurgia.
| Avaliação | Consulta, exame físico e Doppler peniano com ereção induzida |
| Fase aguda | Cerca de 6 a 18 meses; tratamento conservador |
| Cirurgia | Só na fase crônica, com curvatura estável há pelo menos 6 meses |
| Técnicas cirúrgicas | Plicatura, enxerto ou prótese peniana, conforme o caso |
| Internação | Cirurgia em hospital, em geral com alta no mesmo dia ou no dia seguinte |
| Volta à vida sexual após cirurgia | Cerca de 4 a 6 semanas, com liberação médica |
O Dr. João ouve o histórico: quando começou, se há dor, se a curva ainda muda. No exame, palpa a placa, avalia o comprimento e conversa sobre a ereção. Já nesta etapa é possível saber em que fase você está.
Uma medicação aplicada no pênis provoca a ereção no consultório. Com ela, o médico mede o ângulo da curvatura, localiza a placa no ultrassom e avalia o fluxo de sangue. Esse exame define se a ereção é suficiente para uma cirurgia de correção ou se a prótese é o caminho.
Na fase aguda, acompanhamento, medicação, tração e, em casos selecionados, injeções na placa. Na fase crônica, com curvatura estável e que atrapalha a relação, a cirurgia indicada: plicatura, enxerto ou prótese.
Retornos programados para acompanhar a evolução da curvatura ou a recuperação da cirurgia. Orientações sobre tração, medicação e retorno gradual às relações, com a equipe disponível pelo WhatsApp.
Peyronie tem tratamento, mas cada fase entrega uma coisa. Aqui vai o que a maioria dos pacientes relata.
O exame com ereção induzida é feito pelo Dr. João, em Macaé, no mesmo lugar da consulta. Isso permite medir a curvatura com precisão e avaliar a circulação, sem encaminhar para outro serviço.
Do acompanhamento na fase aguda à cirurgia de plicatura, enxerto ou prótese, o mesmo médico conduz o tratamento. Formação pela UFRJ, residência em Cirurgia Geral pela UNIRIO e em Urologia pela UERJ.
Peyronie e disfunção erétil andam lado a lado. O plano considera as duas, para que a correção da curvatura não deixe a ereção de fora.
O valor depende da fase da doença e do tratamento indicado, e é informado na consulta, depois da avaliação. Ele leva em conta:
Avaliações públicas no Google e relatos em vídeo publicados com autorização dos pacientes.
Ficou alguma dúvida? Todas são respondidas na consulta, com calma e sigilo.
Não. Uma curvatura leve, presente desde a adolescência e que nunca mudou, costuma ser congênita e não precisa de tratamento se não atrapalha. A doença de Peyronie é adquirida: a curvatura surge ou piora na vida adulta, muitas vezes com dor e um nódulo endurecido. Se a curva é nova ou está mudando, vale avaliar.
Em uma parte dos homens, a fase aguda passa e a curvatura fica leve, sem atrapalhar. Em outros, a placa se estabiliza com uma curvatura que impede a relação, e aí a cirurgia corrige o problema de forma consistente. A placa em si raramente desaparece sozinha, mas o objetivo do tratamento é um pênis funcional para a relação, e isso é alcançável na maioria dos casos.
O médico aplica uma medicação no pênis que provoca ereção em poucos minutos, ainda no consultório. Com o pênis ereto, ele mede o ângulo da curvatura, localiza a placa no ultrassom e avalia o fluxo de sangue nas artérias. O exame dura cerca de 30 a 40 minutos e você vai para casa em seguida. Saiba mais na página de Doppler peniano.
Na fase aguda, o tratamento é conservador. Medicações orais podem ajudar na dor, a tração peniana com dispositivo específico ajuda a preservar o comprimento, e em casos selecionados podem ser feitas injeções diretamente na placa. O acompanhamento regular verifica se a curvatura está estabilizando.
Quando a doença está na fase crônica, com curvatura estável há pelo menos 6 meses, e a curva ou a deformidade impede ou dificulta a penetração. A técnica depende do grau da curvatura, do comprimento do pênis e da qualidade da ereção: plicatura para curvas moderadas com boa ereção, enxerto para curvas acentuadas e prótese quando há disfunção erétil associada.
A plicatura encurta levemente, porque alinha o pênis dobrando o lado maior, e essa perda costuma ser de poucos milímetros a cerca de 1 centímetro. O enxerto preserva mais comprimento, mas tem risco maior de afetar a ereção. A escolha é uma decisão compartilhada, com as vantagens e os limites de cada técnica explicados na consulta.
Pode contribuir. A placa atrapalha o mecanismo de rigidez, a curvatura dificulta a relação e a ansiedade piora tudo. Por isso a ereção é avaliada junto com a curvatura, no Doppler. Quando há disfunção erétil significativa, a prótese peniana corrige as duas coisas em uma cirurgia. Veja a página de disfunção erétil.
Sim. Homens de Rio das Ostras, Campos dos Goytacazes, Cabo Frio, Região dos Lagos e Norte Fluminense são atendidos em Macaé. Consulta e Doppler podem ser feitos no mesmo dia para reduzir viagens, e a equipe organiza os retornos conforme a distância.
Investigação da causa e tratamento em etapas, da medicação oral à prótese peniana, com sigilo.
Exame que mostra se o sangue chega e fica no pênis. É o que define o tratamento certo para a ereção.
Solução definitiva para a disfunção erétil que não responde a medicação. Ereção sob o seu controle.
Mande uma mensagem para a equipe do Dr. João. Você agenda a consulta com Doppler em Macaé, descobre em que fase está e conhece as opções para o seu caso.
Clínica L’afect · Granja dos Cavaleiros, Macaé, RJ · Sou de outra cidade